Sexo Oral ¿Pasa el VIH?

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Sexo Oral é O Grande Lance. É uma Parte Importante da Relação sexual, mas NÃO É PRELIMINAR

Sexo Oral passa HIV? Esta pergunta aparece “far than often”, mais do que frequentemente em meu What’s App! Se tiver alguém “nesta sala” que não goste de receber e dar sexo oral, que se levante e saia desta sala imediatamente! rs, rs.

Falando sério, o sexo oral também lata transmitir HIV. Mas só houve um caso de transmisão de HIV por sexo oral e, infelizmente, a fonte da notícia não está me dando o resultado pela busca. Mas ra um caso bastante contundente. Tratava da relação entre duas mulheres onde, uma delas, e talvez vocês se assustem um pouco com “meu conhecimento na área”, mas eu fui DJ na SKY Perepepês, WoW, que saudade! Era uma casa GLS e a vida era vem mais simples, pois na última vez que li a sigla ela estava mais ou menos parecida com LGBTQQ?????X.

Excesso de Rótulos e tantas “Garrafas”. Para o quê serve isso?

E eu me recordo que, não estou bem certo, mas houve chacota ou galhofa com a sigla extremamente longa criada por pessoas que não querem, eu sei que não querem, ser rotuladas, e nem devem ser. Eu me recordo do ,Beto Volpe, literalmente un Hijo de Odín, que fez um sábia observação, desabafando que tais siglas deveriam permanecer em ambientes acadêmicos (eu não tenho certeza deste termo) e das Organizações não governamentais.
Palabras sabias
Outro dia preenchi um cadastro (com uma caneta!!!) e lá tinha assim: Raça: eu pus: Humana. A recepcionista tentou se opor, mas meu olhar…, quem já o viu sabe!

Sexo Oral É Bom, mas a Dúvidas São dolorosas

Há chances de contrair HIV no sexo anal ou HIV no sexo oral? Esta é, provavelmente, uma das perguntas mais comuns a provedores de serviços de saúde e médicos a ser feita com relação à AIDS.

As pessoas realmente querem saber algo a respeito do seu risco pessoal em relação à sua vida sexual em si e quais as reais possibilidades de contrair HIV durante felação – ainda mais do que durante o sexo anal!

Pois todos sabem que esta é, independentemente de ser uma relação hétero ou homossexual, e certamente também para pessoas bissexuais, a maior el sexo anal.

Bueno y Doloroso

E no sexo oral há uma dolorosa dúvida.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos estados Unidos (CDC) tem uma página que descreve a probabilidade de transmissão pelo sexo oral como “baixa” ou pequena (…). Mas o que é que isso significa? O site https://www.aids.gov de esta manera:

“Você pode contrair o HIV por executar sexo oral no seu parceiro masculino, embora o risco não represente um risco tão grande como é com sexo anal ou vaginal desprotegido.” Quanto ao risco em uma mulher, o site explica: “O HIV tem sido encontrado em secreção vaginal, então há um risco de contrair HIV por esta via.”
Os mais jovens me perdoem, mas eu tento esclarece-los! Havia, numa época remotíssima uma propaganda de refrigerador da Cônsul: El lema de ellos era:
Tranquilidad para toda la vida. Y de hecho la nevera duraba más de 25 años.

Foda-se! Foda-SE ???!!! Wow, que merda eu pensava! Se Fosse “Apenas no Sexo Oral”

Mas usar prognósticos e estatísticas? Bem, eu fiz algo parecido, eu “ia na fé” de dar sorte, e era aquilo. Se pegar, pegou! F.O.D.A.-S.E! Eu digo isso claramente aqui, em Curar el VIH, lembrando a TODOS e TODAS que é meu posicionamento pessoal, a minha visão do que a infecção por HIV e a AIDS reprsentam para m im, dentro de minha vida, e eu falo da vida como “entidade estética” como bem a descreveu Rubem Alves!e eu falo da vida como “entidade estética” como bem a descreveu Rubem Alves! Deste mundo, nesta existência, estou farto! E eis-me aqui, em dores, drogado co metadona, amitril e gabapentina, tentado chamar à atenção de vocês o risco, o grande risco de se contrair HIV.

Sexo Oral e HIV: A Janela Imunológica é a Mesma – Ver Aqui

Se você passou por algo mera e pálida situação parecida com esta, espere a janela imunologica, de 30 dias e faça o exame dentro do ambiente do SUS. Pois o exame é confiável e tem a mesma origem dos de laboratórios particulares e, bem, apesar de eu conhecer uma plêiade de profissionais bem treinados, capacitados a um atendimento humanizado eu já vi, em documentário, em frente ás câmeras de uma emissora de TV a dar a notícia:
DEU POSITIVO PRA HIV! VOCÊ SABE O QUE É HIV? é AIDS. A pessoa sequer pôde tartamudear alguma coisa.
Enfermeira totalmente despreparada no setor de diagnóstico de infecção por HIV Em pleno Emílio Ribas!!!

Agora eles dizem que, estatísticamente é mais difícil contrair HIV durante o sexo oral.

Vejam só, eu fui à Internet em busca de algo que sempre me apavorou e sempre me apavorará em matemática:
  • Produtos Notáveis
He sacado la imagen debajo de este sitio:Matematiquês. Suponhamos que esta “conta” dissesse que é pouco provável que você contraia o HIV pelo Sexo Oral
Sexo Oral, Blog Soropositivo. Org
Estadísticamente hablando, el sexo oral tiene posibilidades pequeñas de transmitir el VIH.
Eso te deja tranquilo (a)? Não creio… Dificilmente seria assim… Mensurar seu risco de contrair HIV no sexo anal ou vaginal ou oral em números… A vida não é uma coisa matemática, a vida é uma entidade estética
É por isso que muitos de nós procuramos evitar percentagens e proporções quando falamos de risco. E é justamente por isso que quando me perguntam por isso que eu quero a morte e me recuso a “estabelecer um parâmetro, pois este é o tipo de cálculo que não se faz! Números parecem menos abstratos, mais específicos. Mas não nos dão um melhor entendimento do risco de contrair HIV e saúde sexual.

Mas uma coisa é certa. E mais difícil contrair HIV no sexo oral, e é bem mais perigoso contraí o HIV no sexo anal!

Sexo Oral, Blog Soropositivo. Org Não conte para ninguém, mas cliqque nesta imagem
Vamos fazer os “cálculos”.

O risco de dar um blowjob – (Mamada por Emerson Godoy (SP) 11-04-2008):

Significado de Blowjob:

Termo traduzido da cultura Porn que relaciona sexo oral , ou seja Blow = Sugar e Job = trabalho , então teremos Trabalho de Sugar que define a famosa “Chupeta”

Probabilidades de transmissão de HIV por exposição ao vírus são geralmente expressas em percentagens ou como prognósticos (coisa que se deveria usar quando tiver de calcular suas possibilidades de ter a “sorte grande” na mega sena da virada e não na busca pela possibilidade de contrair HIV através do sexo oral!. Por exemplo, a média de risco de contrair HIV através do compartilhamento de uma agulha uma vez com um usuário de drogas HIV positivos é 0,67%, que também pode ser indicado como 1 em 149, utilizando o que CDC prefere, 67 10.000 exposições. E apesar de parecer tão remoto, ainda acontece e este número tão pequeno se torna uma realidade, algo que, matemática e estatisticamente representa, no cumular dos resultados, como “100%!” apesar de ter se aparentado tão pouco!!!
Termo traduzido da cultura Porn que relaciona sexo oral , ou seja Blow = Sugar e Job = trabalho , então teremos Trabalho de Sugar que define a famosa “chupeta” ou “boquete” em um homem HIV positivo sem TARV significa 1 em 2.500 (ou 0,04%). O risco de contrair o HIV durante a penetração vaginal para uma mulher nos Estados Unidos é de 1 por 1.250 exposições (ou 0,08%). Para o homem o cenário, é 1 por 2.500 exposições literalmente a metade dos riscos corridos pela mulher em situação similar(0,04%, que é o mesmo que executar felação).
Como el sexo anal, o ato sexual é a prática mais arriscada em termos de transmissão do HIV, se um dos parceiros é HIV-negativo e faz o papel ativo (o que faz a penetração) e o parceiro passivo (que recebe a penetração HIV positivo e relacionarem desprotegidamente, as chances do parceiro ativo contrair o vírus a partir de um único encontro são 1 em 909 (o 0,11%) si se circuncidado y 1 en 161 (o 0,62%) si es incircunciso.Sexo Oral, Blog Soropositivo. Org E se uma pessoa HIV negativo faz o papel passivo para alguém HIV positivo no papel ativo que não use qualquer tipo de proteção, mas sem ejacular dentro (coito interrompido), as chances de transmissão do HIV são em média menos de 2 por cento. Especificamente, é 1,43%, ou 1 de 70. Se o rapaz que penetra usa o coito interrompido (remover o pênis antes de ejaculação), então as chances são 1 para 154.

Sexualidade, transa e estatísticas com álgebra avançada: (a+b2)2= ????

Dizer o quê? É o HIV realmente é difícil de se transmitir, especialmente à luz das estatísticas alarmantes com que somos bombardeados? Embora o CDC estime que quase 1,1 milhões de americanos estão vivendo com HIV e que a taxa de novas infecções permanece estável em cerca de 50.000 por ano, houve um aumento de 12% entre 2008 e 2010 entre homens que fazem sexo com homens (HSH) – incluyendo por ciento 22 un salto entre los jóvenes y 13 24 HSH envejecido. Um relatório do Instituto afirma que a AIDS entre afro-americano mesmo entre os HSH têm um índice de 25% de chance (que é de um em cada quatro) de contrair HIV quando estão na faixa etária de 25 anos e 60% de chance quando eles alcançam na faixa dos 40. Outros pesquisadores anunciaram que a metade de todos os homens homossexuais na América que estão na faixa etária de 22 anos hoje, serão HIV positivos quando chegarem aos 50 anos.
Como podemos ir a partir dos prognósticos, sendo 1 entre 70, que o HIV será transmitido durante o ato sexual com as relações cujos prognósticos mais arriscados com possibilidades de 1 para 2 será com jovens homens gay nos Estados Unidos que contrairão o HIV antes de completarem 50 anos (e antes mesmo de você pensar: Não, a resposta não é que as pessoas com HIV são pessoas “vagabundas e promíscuas”, ou que nunca tenham ouvido falar de sexo mais seguro).
Os iniciantes, têm de compreender que estas probabilidades de transmissão de HIV por exposição única são médias. Eles são figuras gerais que não refletem a muitos fatores que podem elevar ou minorar os riscos.

Gestión de Riesgos, una cosa complicada

Um desses fatores é a infecção aguda, o período de seis a doze semanas após contrair o vírus. Neste momento, carga viral eleva-se imensamente, aumentando a infecciosidade de uma pessoa em até 26 vezes! E é por isso que você deve pensar bem e usar preservativo, porque este artigo sobre riscos e “prazos para se tornar infecioso” é um dos mais lidos neste blog!Tão próximo a isso, o risco de parto vaginal a transmissão salta de 1 entre 1.250 exposições para 1 entre 50 exposições e o risco de do sexo anal receptivo vai de 1 para 70 a maior que 1 para 3. Também é importante perceber que durante a infecção aguda, o sistema imune ainda não criou os anticorpos que baixam carga viral, pelo menos durante alguns anos. Testes de HIV que dependem de anticorpos podem dar uma falsa leitura negativa durante a infecção aguda, também conhecido como o período de “ventana inmune".

Outra Infecção Sexualmente Transmissível

A presença de outra doença sexualmente transmissível (DST ou IST como preferem os preciosistas e eufemistas de plantão que entendem que “doença é feio” e que “infecção é politicamente correto! Que partam com os seiscentos mil diabos!!!) – mesmo sem sintomas, como gonorreia na garganta ou reto- pode elevar o risco de contrair HIV cerca de oito vezes, em parte porque DST aumentam a inflamação e assim o número de glóbulos brancos que são os alvos do HIV. Condições vaginais como a vaginose bacteriana, secura e menstruação também alteraram o risco.

Não há muita certeza nesses números. Mas eles podem ser uma boa ferramenta para a compreensão de risco.

Sexo Oral, Blog Soropositivo. Org Em tempos de AIDS, Zika e Gonorreia hiper resistente a antibióticos transar sem camisinha é como jogar com sua vida numa roleta em um cassino e apostar to treze preto…

Otros factores que disminuyen el riesgo de contagio en el sexo oral, anal y vaginal:

A circuncisão faz uma redução média de sessenta por cento para os homens heterossexuais. As pessoas HIV positivas que têm carga viral indetectável graças à sua TARV podem reduzir o risco de transmissão por 96 por cento, um conceito conhecido como “tratamento como prevenção” (TasP). Os primeiros resultados do estudo Partner (a ser concluída em 2017 – Já concluído) não encontraram transmissões entre ambos os tipos de relacionamento heterossexuais e casais gay sorodiscordantes quando o parceiro positivo foi bem-sucedido no tratamento, mesmo nos casos onde outras DSTs estavam presentes. As pessoas HIV negativo podem tomar uma pílula Truvada diariamente como profilaxia pré-exposição ou PrEP, para reduzir seu risco em até 92%; da mesma forma, existe a profilaxia pós-exposição ou PEP. E o CDC diz que preservativos minoram risco alrededor de 80 por ciento. Evidentemente, esses números variam com base na utilização correta e coerente da estratégia de prevenção.
Nota do editor. Durante três décadas o preservativo foi considerado com 100% eficiente e, agora parece haver um “nicho de mercado” que reduz a capacidade de proteção pelo preservativo (camisinha) para 80%.
Os pesquisadores também exibem o risco através de construye * de família, relacionamentos, comunidade e status socioeconômico. Um exemplo rápido: de acordo com os dados do CDC, 84% das mulheres HIV positivas contraíram o vírus através de contato heterosexual. (construir designa em ciência um conceito teórico não observável. Exemplos de construtos são personalidade, amor, medo. Tais conceitos são usados na linguagem comum, mas para se tornarem um construto científico necessitam de uma definição clara e de um embasamento empírico). Sexo Oral, Blog Soropositivo. OrgComo pesquisadores incluindo Judith Auerbach, Doutor, Professor Adjunto da Universidade da Califórnia em San Francisco, a frase “contato heterossexual” mascara a prevalência de sexo anal entre casais heteros e o papel da violência sexual – o que pode ser importante porque a exposição a desigualdade entre os sexos e a violência nas relações íntimas triplica o risco de uma mulher contrair DSTs e aumenta sua chance de contrair HIV 1,5 vezes.

A acumulação

E depois há o conceito de risco cumulativo. Os números frequentemente citados para o risco de transmissão do HIV têm em conta uma instância de exposição.

Mas este não é um dado estatístico. O risco se acumula através de exposições repetidas, mas você não pode simplesmente somar as probabilidades de cada exposição a pontuação de risco total. Os estatísticos, caso esteja curioso, têm uma fórmula para o risco cumulativo: 1 – ( ( 1 – x ) ^ y ) em que x é o risco por exposição (como um decimal) e y é o número de exposições. Bem, muitos de nós não conseguirão tabular a conta em um restaurante, portanto é improvável que se debata álgebra durante uma transa. Mas nem mesmo o maior estatístico do mundo seria sensato o bastante em avaliar o risco com base sobre estatísticas do HIV.

Isso é um jogo gravemente perigoso. Números e probabilidades podem ser calculadas e mal interpretadas.

Caso no ponto: Tendo em um 1 em 70 chance de transmissão do HIV não significa que leva 70 exposições ao vírus para soroconvertem. Isto simplesmente significa que dentre 70 exposições, em média, uma conduzirá ao HIV;A casualidade pode redundar de forma que a transmissão ocorra na primeira exposição, como é o Caso famoso de Vaéria Polizzi no livro depois daquela viagem.
Outro conceito importante a entender é o risco absoluto (aquilo que é efetivamente o risco) versus risco relativo (a alteração percentual no risco). Frases como “PrEP pode reduzir o seu risco por 92 por cento” fala-nos de riscos relativos, mas a maioria das pessoas querem saber os riscos absolutos. Neste exemplo, 92 por cento de redução de risco não significa que o risco absoluto final é de 8%. Em vez disso, é um 92 por cento de redução do risco de início. Se o início risco absoluto é de 50%, depois PrEP reduz o risco de 4%; se o início risco é 20%, depois PrEP abaixa a 1,6%.
Armado com dados como este, é tentador tentar calcular o seu risco de HIV para cenários específicos e então planejar adequadamente. Por exemplo, quais são as chances de HIV de alguém com uma infecção aguda se você estiver em PrEP? Esses exercícios podem ser problemáticos, adverte James Wilton, da Canadense Intercâmbio de Informações para o Tratamento da AIDS (CATIE), que é especializado em biologia da transmissão do vírus HIV e suas implicações para a comunicação do risco do HIV. Na vida real, por causa de todas as variáveis envolvidas – desde carga viral do HIV de uma pessoa na comunidade e a prevalência de início e (portanto) riscos finais para cada indivíduo são muito difíceis de identificar. “Os números que você se deparar não são definitivos”, observa ele. Também existem muitas vezes lacunas de investigação, diz ele, o que significa que em muitos casos, os cientistas podem não ter ainda exemplos do mundo real para fazer backup desses números e cálculos, mas eles têm de modelagem matemática e a lógica biológica para o porquê de certas ideias sobre o HIV e risco de serem verdadeiras. Por exemplo, nós não temos pesquisas mostrando que o risco de transmissão do HIV durante o PrEP é maior se um parceiro tem infecção aguda de pelo HIV. Além do mais, um lote de estudos HIV é realizado entre casais heterossexuais sorodiscordantes em África e os cientistas não têm cem por cento de certeza de que os resultados se aplicam a todos.
“Sabemos que não há muita certeza nestes números,” diz Wilton. Mas ele salienta que “eles podem ser uma boa ferramenta para ajudar as pessoas a compreender o risco e que eles só precisam de ser embalados com uma grande quantidade de informações.” (Para uma discussão mais detalhada, confira o Wilton’s webinars sobre CATIE.ca.). E para um grande primer na compreensão de estatísticas de saúde, por as mãos em uma cópia para saber suas chances: Como ver através da propaganda médica de notícias, anúncios e anúncios de serviço público. Aqui no Brasil inexiste. digo eu o editor de soropositivo.org, campanha em massa de prevenção à AIDS é como se isso não existisse, com mil diabos)

Durante o sexo, a nossa percepção de risco é substituído pelo amor, luxúria, confiança e intimidade.

Sexo Oral, Blog Soropositivo. Org Quando você tem falta de informações ou fatos mal descritos, você não consegue compreender o verdadeiro risco de contrair HIV. Se você subestimar a prevalência do HIV em sua comunidade, vais subestimar o risco. Estudos têm encontrado que mais de um em cada cinco homens homossexuais em cidades urbanas são HIV positivo, e o vírus é mais prevalente entre HSH de cor e de certas comunidades. As pessoas nestas comunidades são mais susceptíveis de entrarem em contato com o vírus até mesmo se eles têm menos parceiros e praticam sexo seguro com mais frequência. Em outras palavras, o risco de contágio por HIV não é o mesmo para todos. Talvez o maior erro de cálculo seja a avaliação incorreta em que você crê que é soronegativo ou o seu parceiro assim o seja [HIV negativo]. É por isso que estratégias de redução dos riscos como serosorting (manter relações sexuais sem preservativos somente com pessoas do seu mesmo estatuto) têm uma margem ainda maior de erro.
Perry Halkitis, PhD, um pesquisador da Universidade de Nova Iorque que tem seguido de coortes de jovens HSH e mais pessoas soropositivas, observou que as pessoas fazem suposições tais como: “Ele é o mais antigo da cidade, assim ele tem mais probabilidade de ser positivo e eu não dormir com ele. Mas um jovem rapaz da Midwest que parece negativo? A certeza, vamos fazer tudo!”
“As pessoas estão tomando decisões com base na sua avaliação sobre a pessoa e ela precisa de estar muito mais focada no ato”, diz Halkitis, que também considera a educação básica de HIV deve ir para as nuances de transmissão. Ele se pergunta quem vai ensinar os jovens a não usar Vaselina (lubrificante oleoso quando o ideal é os que não sejam feitos nestas bases) com preservativos, por exemplo, ou não para ducha higiênica antes de sexo (se você deve fazer algumas horas mais cedo), ou se estiver a fotografar a droga, não compartilhar a água e paramentos no uso de drogas injetáveis, que também pode propagar o vírus. Liz Defrain Os dados são condenados. Todos os números no mundo não mudam o fato de que as pessoas são temerárias (com o perdão da má palavra, em compasso com seus riscos de contrair HIV. Muchas veces por un buen motivo. Sexo Oral, Blog Soropositivo. Org Transar sem camisinha pode ser mais arriscado e devastador do que proceder como este “motociclista”. Porque ele, quando muito, pode quebrar o pescoço e ter morte instantânea. DSTs não matam rapidamente. Se você está lutando para encontrar um emprego, uma refeição ou um lugar para viver, o HIV não está na sua lista de preocupações. Mesmo se a exposição ao risco seja maior em sua vida diária sobre o seu risco para o vírus. Se você estiver apaixonado ou namorando, você não vê seu parceiro como uma ameaça, como um “vetor” de HIV, apesar do fato de que até dois terços dos soropositivos difundam o HIV, sem saber, através de relacionamentos e isso se distribui de forma exponenciais . Mesmo em ganchos para cima, as pessoas não estão provavelmente preocupadas com a tabulação de seu risco de contrair HIV. Uma pesquisa perguntou a jovens HSM que entrevistei por sexo on-line para listar suas principais preocupações.
¿Las respuestas?
Que a pessoa que encontrou não teria um perfil que deva ser rejeitado pela pessoa ou que ser roubada ou agredida ou violentada.

O HIV não era a maior preocupação.

Isso não é porque os jovens eram ignorantes acerca do vírus, diz Alex da Universidade de Columbia Carballo-Dieguez, PhD, um dos autores do estudo, juntamente com muitos outros HSH e pesquisa sobre o HIV. “Na entrevista, na sala de estar sentado em frente a mim, a maioria dos homens homossexuais têm maior percepção de risco e pode recitar com precisão todas as circunstâncias que podem resultar na transmissão do HIV,” diz Carballo-Dieguez.
“Mas no momento do encontro sexual, quando os homens estão em busca de uma experiência mais satisfatória possível, a percepção de risco é substituído pelo amor, confiança, intimidade, luxúria e muitos outros condimentos que melhoram o sabor do sexo.
Con las palabras de Pascal, [Blaise], Le Coeur a ses raisons que la raison ne connait point / o coração tem razões que a própria razão desconhece
“Nossas experiências sexuais não serão arriscadas ou Perigosas”! “Nossas experiências sexuais serão Magníficas”!
Diz Jim Pickett, diretor de prevenção e defesa da saúde de homens gay em AIDS Foundation de Chicago.
“Sexo é ligado ao prazer, à intimidade e ás coisas que nos fazem sentirmos bem”.
E no mundo real, os tomadores de risco são celebrados. Temos de assumir riscos todos os dias.
” Uma abordagem melhor, diz ele, não é a de se perguntar, “Qual é o meu risco para o HIV?”
Mas, sim, pensar: “O que posso fazer para desfrutar o sexo que eu quero ter mas permanecer livre de doenças?” Len Tooley, colega de Wilton’s no CATIE que também faz testes de HIV, concorda. A saúde sexual é muitas vezes enquadrada no conceito de risco em vez de recompensas. Este pode apresentar o HIV e aqueles que vivem com ele como o pior resultado possível imaginável, ele observa que não é apenas caluniar, mas muitas vezes irracional uma vez que muitas pessoas com HIV são, de fato, apenas excelentes. “Quando nós entrarmos em conceitos de risco, é fácil ir minimizando riscos”, diz. “Quando as pessoas perguntam de números, eles são geralmente tentados a encontrar um equilíbrio entre o que eles querem fazer sexualmente e as chances de que essas atividades levariam a transmissão do vírus HIV.” (Gerenciamento de risco) As discussões que se seguiram, diz ele, como fazer perguntas sobre moral e valores em torno de transmissão do HIV, sobre quanto de risco eu acho que vale a pena correr, como podemos perceber o HIV como um possível resultado das nossas ações e quando é OK2 para abandonar preservativos. Perguntas, em outras palavras, que não podem ser respondidas com um simples número. 26 de Março de 2014 • Por Trenton Straube Traduzido em 30 de agosto de 2016 por Cláudio Souza do original em Contra todas las probabilidades: ¿Cuáles son sus aspiraciones de traer el VIH en estos escenarios
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¡Y no estaba dentro de una "zona horaria de comodidad"! ¡Esta es una historia que solo yo tengo que contar!

Fui el primer individuo, un CPF, no un CNPJ que, entre comillas, "¡Bofetada!"

Por todo lo que he vivido, todo esto sucedió en un período todavía preocupado por los prejuicios y, sí, había que pagar los precios.

¡La moneda siempre ha sido la de exclusión social y hasta he dudado entre continuar o no!

La gran "TI" de todo esto es que sin este trabajo, no me quedaría nada más que tiempo libre y ciertamente no lo apoyaría. Necesito ser productivo.

Somos Borg!

Si no se aburre por las horas vacías, al menos por el suicidio debido a la absoluta falta de propósito que tendría mi vida y la terrible impresión de parasitosis que me afectaría. Entonces, no pude parar.

Tuve la oportunidad de lograr muchas cosas y, por otro lado, perdí varias oportunidades para hacer más, con un alcance más profundo y mejor.

No todo es como se desea. ¡Deja que llueva (Guilherme Arantes)!

De todos modos, si tiene la posibilidad de apoyar, financiar, aunque sea mínimamente este proyecto, estos son los hechos:

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Este es el único blog "Todavía en línea" que ha recibido este premio y esta consagración. El blog que alcanzó el mismo estado fue Solidariedaids, de Paulo Giacommini. Desafortunadamente no puedo encontrar el enlace y la comunicación, esto y yo es muy difícil.
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Blog único en línea que trata este tema para haber recibido este premio por el jurado académico

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